Renato foi um dos poucos jogadores do Flamengo a falar com os jornalistas na saída do Engenhão. No empate sem gols com o Figueirense, nesta quinta-feira, o meia ouviu sonoras vaias durante a partida e ao deixar o gramado no segundo tempo, substituído por Thomás (assista ao vídeo). Apesar de ter voltado à zona de classificação para a Libertadores, com 56 pontos, em quinto lugar, o Rubro-Negro vive um momento de contestação. As opções feitas pelo técnico Vanderlei Luxemburgo e o desempenho abaixo do esperado de alguns jogadores, especialmente Ronaldinho Gaúcho, geram descontentamento interno e principalmente da torcida.
Renato pede calma para os três jogos finais do Brasileiro e não vê crise, apesar de o projeto caro e ambicioso do Flamengo chegar ao fim do ano de forma frustrante.
- Muitos falaram do América-MG, que não venceria equipes grandes, mas venceu (Corinthians, Fluminense e Botafogo). No início do campeonato, falaram que o Cruzeiro chegaria à Libertadores, mas não aconteceu, o time está numa situação difícil, brigando pelo rebaixamento. Não vejo o lado do Flamengo como crise. Não existe crise. Estamos brigando por algo no campeonato. Seria ruim estar como o Cruzeiro, como o Palmeiras. O nosso time, desde o começo do ano, está da sexta colocação para cima. Dormimos só uma vez na primeira colocação, é difícil. Temos três jogos, são nove pontos, confrontos diretos. Para o objetivo acontecer, temos de procurar vencer dois jogos e ter um empate.
Neste domingo, o Flamengo visita o Atlético-GO, às 17h, no Serra Dourada. Nas duas últimas rodadas, o time enfrenta o Inter, em Macaé, e fecha sua participação no campeonato contra o Vasco, em local ainda indefinido.
O grupo treina na tarde desta sexta-feira num hotel da Barra da Tijuca, na Zona Oeste. À noite, a delegação embarca para Goiânia.
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